Quem somos

Quem somos

MISSÃO
Produzir material jornalístico com o tema da gastronomia, no mais amplo leque que isto possa significar.

VISÃO
Que as informações contidas no Que Gostoso! ajudem a transformar as expectativas das pessoas em experiências inesquecíveis.

VALORES
Acreditamos na democracia, somos apartidários e contra o desperdício.

Fundador e Editor, CLAUDIO SCHAPOCHNIK (MTB 25.537-SP)

Schapo junto à margem do Mar Morto, em Israel (foto/arquivo 2015)

Nasci em São Paulo em 1970. Sou o caçula – de quatro filhos no total – do casal Edison e Eva: ele de Cruzeiro (SP) e ela do bairro paulistano do Ipiranga. Infelizmente e tristemente, meus pais faleceram.

Sou neto por parte paterna de Jayme e Sarah, que nasceram na Bessarábia (atualmente Moldova e Ucrânia, respectivamente), e por parte materna de Esta e Abromas, naturais da Lituânia. Infelizmente e tristemente também, meus avôs e minhas avós morreram.

Tenho o mesmo apelido do meu pai e de meus três irmãos (Nelson, Marcelo e Arnaldo) – Schapo –, sou casado e tenho dois enteados. Moro e trabalho na capital paulista.

Jornalista profissional formado pela PUC-SP em 1993, trabalhei, entre outros veículos, nos cadernos de turismo dos jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo; fui co-fundador e primeiro editor do site Hôtelier News; por quase 14 anos, atuei na Panrotas Editora, por onde passei por vários veículos e cargos; e no site TurismoEtc, atuei por três anos como editor. Ainda no jornalismo, trabalhei ainda em rádio, TV, assessorias de imprensa e revistas.

Amo viagens, comidas e bebidas. Em relação a estas três palavras, acrescento alguns verbos: ler, conversar, ver, comer, ouvir, beber, fazer, compartilhar, escrever etc.

Minha relação com a comida/bebida começou em família, com os pratos maravilhosos – tanto os simples quanto os mais elaborados – que minha querida mãe fazia e nos restaurantes que ela e meu pai me levavam. Também aprendi com eles que desperdício é sempre “carta fora do baralho” e que ter modos e educação à mesa é sempre importante. Heranças fundamentais!

Pratico, sempre que possível, a frase de minha mãe: “Prova. Se não gostar… Não come, eu respeito.” Neste sentido, juro que provei coentro e detestei – por isto, não adianta: sou anticoentrista, com orgulho! Mas respeito o seu gosto pela erva, se for o caso.

Por falar em orgulho, sou muito feliz de minhas raízes judaicas. Dentro da cultura gastronômica israelita, desde cedo, aprendi a comer e a gostar demais de iguarias como hering, pão preto,  varenikis, beigale, latkes, caldo de galinha com bolinhos de matzá, kashe, salmão, haddock, ovo cozido e cebola picados com azeite, chrein, vodka, pepinos em conserva e outras maravilhas.

Adoro integrar a gastronomia com outros saberes, como etnografia, antropologia, idiomas,  marketing, história, geografia, agricultura, biologia, medicina etc.

Na questão do gosto, navego bem, modéstia a parte, nas comidas e nas bebidas. Vou desde o mais simples – um prato de arroz com ovo (preferencialmente com a gema mole) com um copo da vital água – até o mais sofisticado – por exemplo, um jantar  oito tempos harmonizados com várias bebidas na Borgonha.

No entanto, não embarco em roubadas como, por exemplo, cometer o crime de colocar ketchup na pizza. Jamais! Gosto de moqueca capixaba mas, desculpe a população do Espírito Santo: prefiro a baiana, que leva azeite de dendê. E, por favor, vale para ambas: sem coentro!

Mantenho um blog sobre comida turca e do Oriente Médio. É o “Kebap & Falafel do Schapo”. Abordo tudo sobre falafel e shawarma.

Em relação à fotografia, realizo um trabalho documental da arte do graffiti desde 1986 e já fiz algumas exposições.

Até o momento, conheço 45 países e territórios nos cinco continentes. Em relação ao meu querido e amado Brasil, faltam conhecer seis Estados: Mato Grosso, Tocantins, Rondônia, Acre, Amapá e Roraima. Que Deus permita ampliar esta lista, sempre com saúde, amém!